Lâmpadas de filamento: vieram para ficar

De algum tempo para cá, nos deparamos com as lâmpadas de filamento utilizadas como objeto decorativo em peças que as deixam aparentes, tornando-se as protagonistas do efeito de iluminação.

Não é preciso uma luminária super elaborada, o filamento forma uma espécie de desenho dentro do bulbo de vidro, que por si só confere bossa ao projeto.

São uma releitura das primeiras lâmpadas criadas por Thomas Edison no final do século XIX. Podem ser de tungstênio, carbono e hoje em dia oferecemos lâmpadas de filamento em LED (que carregam todos os benefícios que essa matéria prima nos oferece).

Começaram a ser fabricadas com filamento de carbono, porque tem maior durabilidade, e conferia o efeito procurado. Com a nova lei de sustentabilidade e extinção das lâmpadas tradicionais, criou-se o filamento em LED, acompanhando a evolução tecnológica do setor.

O LED por si só, produz um efeito muito frio, indesejado para a finalidade desse tipo de lâmpada. Com base nisso, os designers criaram a opção de lâmpada vintage, com uma película na cor champagne no bulbo de vidro que a deixa mais suave e agradável aos olhos.
Quanto à sua potência, existem as versões com 40w e 60w (em carbono), e em média 4w em LED.

Comumente, são utilizadas para finalidade decorativa em projeto, como complemento do efeito de luz geral. Normalmente são inseridas em pendentes de fio simples (soquete), mas no cenário atual existem peças desenvolvidas para essa finalidade: pendentes, plafons, e arandelas que deixam a lâmpada aparente para ser o centro das atenções, e literalmente brilhar!

Uma outra opção criativa, é utilizar as lâmpadas em conjunto. Podemos substituir um lustre, por exemplo, por um conjunto de pendentes com lâmpadas de filamento. É uma opção super moderna que torna o espaço charmoso.

Em diversas formas e tamanhos (globo, pera, vela, bolinha...), as lâmpadas agraciam o ambiente com um ar retro e luz suave, resultando em sensação de aconchego.

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